quinta-feira, 18 de julho de 2013

É a sua vida, o controle está em suas mão.


Você se apega com a sua consciência e vai. Algumas palavras não merecem ser ditas, algumas sentenças não precisam serem ouvidas. Então você fecha o corpo, a mente, e o coração. Fecha-se pra dentro e ouve o seu próprio silêncio. Fecha-se pra si mesmo, pra deixar que a única voz que realmente importa lhe guie em suas decisões. Ser um robô é muito fácil, basta ser programado para fazer aquilo que você crer que precisa fazer. Ser um humano é difícil, porém necessário pra se passar por essa vida. Não leve pro sentido literal aquilo que digo. Ser um humano é tomar suas próprias decisões baseado naquilo que você têm fé, sem precisar temer, sem precisar rever por opiniões divergentes, sem se deixar levar. Nem sempre as outras pessoas estarão certas a seu respeito, ou a respeito do mundo, por isso, ser um humano requer além de opinião formada, personalidade forte e imutável. Não seja mais um robô fabricado pelos velhos preceitos, pelos velhos defeitos. Seja você, diferente por natureza, apegue-se aquilo que acredita, e não desista. É a sua vida, o controle está em suas mãos.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O fim da linha




Depois que passa nem parece que foi real. De concreto só as lembranças meio embaralhadas, que a cada dia se tornam mais confusas e apagadas. Tudo muito distante e improvável. Um grande abismo surgido e a pergunta que ecoa, “pra onde foi tudo isso aí, aqui dentro de mim?". As provas aparecem por todos os lados: os textos rabiscados, os recados deixados, as músicas mandadas madrugadas à dentro. Tudo foi vivido, mas nada me lembra na pele o que eu sentia. Mas é isso. O fim da linha no amor não é quando acaba, é quando você pensa que nunca existiu.

domingo, 7 de julho de 2013

Way, heart, target

Foi eu ou o amor que se perdeu no caminho? Ou será que ele nunca apareceu de verdade?
Prefiro acreditar na segunda possibilidade. Tem que haver esperança... por mais que dolorosamente.
Tudo bem que resolvi mudar de caminho, mas era preciso. Havia decepção de mais por la, escuridão de mais pra um caminho bom. Não foi fácil, e não é fácil você ter que tomar decisões contra um tempo tão magnifico e ao mesmo tempo tão cruel.
Será que naquela bifurcação demorei de mais e o amor cansou de esperar. Tomara que não.
Não, eu não demorei a decidir. Demorei mesmo foi enxergar e acordar pra vida que eu tava me obrigando a viver. Uma vida que não parecia real, tão instável. Então como um click, ou como algo divino - como queria. Eu simplesmente mudei.
Decidi arriscar, ir la onde TODO MUNDO, mas é TODO MUNDO MESMO, acredita que é impossível que aconteça. Mas o que ninguém sabe é que já tava escrito, quase que óbvio.


Sempre soube que meu lugar é outro, e tenho esperança que o amor esteja la, me esperando na varanda de casa, com uma xícara de café ou chocolate quente, e muito amor pra me dá. Que esteja sempre disposto a me escutar e a dizer o que se passa. Que me dê belos sorrisos e melhores momentos. E que esses momentos superem sempre qualquer crise. Que eu posso fazer minhas escolhas e ele as dele, mas que isso não nos distancie, só nos una. Que a cada desencontro possamos encontrar sempre os melhores caminhos de volta.
Ta, ta. Tudo bem, sou romântica. E talvez piegas.
Mas quem não sonho com um amor assim? Não perfeito, mas tão imperfeito que se encaixa com seus próprios defeitos, e que a diferença ao invés de afastar apenas os una?
Aaah! Por favor, sejamos sinceras.
Que não sonha com um Cristian Grey (do livro: Cinquentas Tons), ou com um Augustos (do livro: A Culpa é Das Estrelas), ou com um Léo Nash, ou Luke Williams, ou Will Motgomery (dos livros da série: With Me In Seattle), ou qualquer personagem de um livro incrivelmente realista e romântico, onde você consegui se imaginar nele, por ter personagens com defeitos e tudo mais que qualquer pessoa normal.
Sou uma mulher, e como toda mulher sonho com seu amor.
Mas não sou uma mulher 'limpa', inocente e que não foi nem um pouco iludida. Assim como já brincaram com meus sentimentos, tive os meus momentos. Mas meu problema foi que eu me fadei a me relacionar com caras idiotas, mentirosos e eu que sabia que no fim somente eu seria a destroça. Eu achava que era o 'amor' que eu merecia, acredite se quiser. Mas nunca me achei tão merecida assim do amor... então já imagina o resultado né?
Só que era difícil demais eu acreditar que merecia. Meu psicológico não tava preparado pra acreditar. Como poderia? Era almejar demais.
Mas foi ai que me dei conta. Eu nasci para o impossível, mesmo com o MUNDO contra mim. Foi pra isso que eu nasci. Tenho que honrar a vida que foi me dada e finalmente conquistar minhas vitórias, as impossíveis da visão dos anti sonhadores, dos que se julgam realistas.
Nasci pra lutar, pra revolucionar a minha vida, o meu destino que insistiram em trassar como meu sem ao menos terem a noção do que realmente sou capaz.
E eu? Eu vou apenas continuar e lutar pelo caminho que escolhe e que sei que é o melhor pra mim. 
Vou chegar la, ou além.

sábado, 29 de junho de 2013

Errar é viver

Eu já vivi o bastante para deixar um buraco no coração de alguém. Mas também já vivi o bastante para alguém machucar o meu. Já vivi o bastante para querer não errar. Mas também já vivi o bastante para saber que errar é aprender. Mas sei e vivi o bastante para saber que nesse “aprendizado” a gente se machuca e machuca os outros. Que nesse “aprendizado” a gente chora. E eu confesso que dessa forma eu já quis não aprender. Mas deixar de aprender é deixar de viver. E então eu já quis apenas existir. Mas é inevitável não errar, porque somos “seres imperfeitos” e agimos, mas com o coração do que com a razão. 
Mas infelizmente não da para não errar. Só se dá para não repetir o erro, mas o que estão por vir... Ah esses sim, não se pode evitar. Mas se pode reconhecer o erro e isso já ameniza parte dele. Porque nem todo mundo vence o orgulho, nem todo mundo é humilde o suficiente para reconhecer. Mas eu confesso que errei, machuquei e já fui atingido. E eu, reconheço que já vivi o bastante para saber quer reconhecer o erro é o mesmo que aceitar a vida, é o mesmo que aceitar viver, aceitar a aprender...

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Como eu quero...

Não sei se você apareceu no meio do giro ou interrompeu a volta completa,
Só sei que foi assim.
Foi como quem não quer nada
Não querendo
Querendo nas entrelinhas
Querendo tudo sem-querer
Pra ser sincera não posso descobrir
Nem perco mais meu tempo tentando também
Mas, se ainda quiser saber, eu quero...

quinta-feira, 27 de junho de 2013

The Only Exception

A gente acaba se acostumando com uma porção de coisas na vida, por medo da solidão ou pela segurança da estabilidade. Sempre me adaptei a muitas delas, vivo constantemente no modo automático e quase sempre nada me desperta interesse, é tudo um grande borrão pra mim, passam perto e eu não sinto, dançam vestidos de palhaço na minha frente e eu só bocejo. Quase nada me toca. É difícil achar algo que me faça sentir vontade de olhar uma segunda vez ou ter alguém com quem eu queira ficar perto por horas. Ainda não descobri se sou a defeituosa ou se o mundo que é defeituoso. Mas eu já te falei sobre essas coisas. Já te falei também, e aliás, quero repetir, que você é a exceção no meio disso. Você é minha não-adaptação.

"And I've always lived like this
Keeping a comfortable distance
And up until now I had sworn to myself that I'm content with loneliness
Because none of it was ever worth the risk." (Paramore - The Only Exception)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

I learned to be a good girl.


Eu já não sinto mais como se eu realmente precisasse de alguém. Estou sozinha, como sempre estive, mas, agora eu consigo entender que estar assim me faz bem, me torna mais completa. Quantas vezes já não quis ter alguém pra cuidar de mim e me chamar daqueles nomes bonitinhos? Mas, agora cansei. Não sei se foi de esperar, ou de tanto me frustrar, mas, cansei. Eu não tenho mais aquela expectativa quando tropeço em alguém na rua mais parada da cidade, ou quando sorriem pra mim na avenida mais movimentada, simplesmente não tenho. Não é ego, mas, me sinto alto suficiente. Me fizeram ser assim. Eu já precisei de sorrisos, de afeto, de carinhos, de companhias, mas, de tanto precisar e não ter aprendi a viver sem. “A vida continua”, de fato, ela teve que continuar. Eu aprendi, não da melhor forma, mas, aprendi a seguir; em frente, para os lados, não importa, eu aprendi a seguir e não vou mais parar, por que parar sempre me causou uma dor que eu nunca aprendi a lidar. Boas garotas esquecem, vivem, continuam. Eu sou uma boa garota, hoje, mais do que nunca, eu preciso ser.